5 Coisas Que Sempre Dão Errado Para Mim

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Algumas coisas sempre dão errado, não importa o momento em que aconteçam. Há quem diga que seja a Lei de Murphy, outras que seja simples obra do acaso. No meu caso, são estas cinco que eu listei aqui.

tudo errado

Minhas unhas sempre quebram

Eu adoro fazer minhas unhas. Confesso que estou devendo nesse aspecto, eu sei, porque estou há alguns dias pretendendo fazer um post sobre elas e meus esmaltes favoritos, mas justamente o fato sobre elas que me enlouquece e que sempre acontece é que está me impedindo. Elas quebram. Basta chegarem ao tamanho que eu gosto, que aí tudo dá errado e uma delas simplesmente racha, bem lá embaixo e pronto. Aqui estou eu novamente com meus cotoquinhos.

Acaba a bateria do meu celular

Isso acontece sempre que eu tenho que sair pra algum lugar. Sempre dá errado! É só precisar de bateria pra falar com alguém, ou ficar em uma situação complicada na qual eu precise do celular pra falar com alguém, que ele vai estar sim, sem bateria. É quase uma regra. Claro que eu comprei uma bateria externa, mas simplesmente esqueço de carregar a tal bateria, então não resolve muita coisa.

A rua por onde eu passo está bloqueada

Quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa bem desorientada bussolamente falando. Não consigo dar uma volta no quarteirão sem me perder. Quando decoro um caminho, faço o mesmo eternamente, a não ser que eu descubra uma rota mais simples, então, é praticamente o fim da linha pra mim quando alguém resolve bloquear o acesso de alguma rua pela qual eu passo. Já aconteceram  episódios terríveis por conta disso, que um dia eu conto aqui, mas o fato é que isso sempre dá errado!!

Não adianta fazer planos

Uma coisa que sempre dá errado é qualquer tipo de planejamento que eu faça. Sabe aquele dia em que você já sai da cama planejando que seu dia será assim, assim e assado? Quer fazer tais e tais atividades, depois ligar para tais e tais pessoas e então ir a tais e tais lugares. Pois é, não funciona pra mim. Eu sou meio besta, acabo fazendo a programação mesmo assim, mas quase nunca consigo levar a cabo o que planejei para o dia. Eu deveria ter me acostumado, mas isso ainda me deixa bem irritada… fazer o quê?

Lavar roupa e chover

É quase comprovado cientificamente. Não adianta a previsão do tempo informar que o tempo ficará firme, porque, se eu resolver colocar alguma roupa no varal, meus amigos, é sinal de chuva certeira. Por isso, antes de fazer seus planos, é bom saber se eu resolvi colocar a Amélia que há em mim pra trabalhar e lavar umas roupinhas, ok?

E aí, se identifica com algo? O que sempre dá errado pra você? Conta pra mim aí nos comentários!

Mora em Ribeirão Preto, gosta de ler desde sempre. Apaixonada por café, por um bom vinho e por histórias que aquecem o coração.

Cinco Mentiras Nas Quais Sempre Acreditamos

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Tem coisas que vemos e ouvimos todos os dias, acreditamos e, óbvio, quebramos a cara. São mentiras deslavadas, mas que às vezes são ditas com tanta convicção, ou em momentos nos quais estamos frágeis demais, que acabamos tomando como verdade, até que chega a hora de encarar os fatos.

Pinocchio mentiras

Mentira 1: Duas folhas é o suficiente

Quem é que nunca caiu nessa armadilha presente na maioria dos banheiros de shoppings, escolas, faculdades e etc.? Você começa o processo de secar a mão tentando ser ecologicamente correto e usando apenas as duas folhas de papel recomendadas pelo dispenser, mas quando se dá conta, já puxou mais umas quinze e a mão ainda está úmida. Mas nós sempre acreditamos.

Mentira 2: Tempo restante: um minuto

Sempre acontece quando temos que acabar alguma coisa rapidinho e sair do computador. Clicamos naquele download de um arquivo pequeno e super levinho, a mensagem de tempo restante indica 1 minutinho só, mas é só você piscar os olhos e pronto! Já viraram quinze, ou – já aconteceu comigo – duas horas. É algo inacreditável que eu gostaria que os mestres da informática me explicassem, pois pra mim não faz o menor sentido.

Mentira 3: Amanhã eu te ligo

Todas nós, mulheres desse Brasil, e porque não dizer: do mundo, já caímos na maior pegadinha do Mallandro de todos os tempos. Essa maldita frase, dita pela boca de espécimes masculinos, é uma das maiores mentiras da humanidade. Mas depois da noite inteira, de carinhos, de abraços e beijos e de se sentir o máximo, inevitavelmente vamos ouvir essa frase. E o que é pior: vamos a-cre-di-tar. É uma coisa boa que o mundo esteja mudando e as mulheres estejam se tornando mais seguras de si e menos preocupadas com esse detalhe, ou então, que estejam elas mesmas tomando a iniciativa de ligar pro cara, então a porcentagem de mulheres caindo nessa tende a cair. Mas que muitas de nós já acreditou quando ouviu isso, é a mais pura verdade!

Mentira 4: Só mais cinco minutinhos

Em tempos de um frio inacreditavelmente intenso para uma cidade quente como a minha, esta mentira que contamos a nós mesmos todas as manhãs tem ganhado um lugar cativo nas minhas manhãs, sejam de dias úteis ou de finais de semana. Quem é que nunca apertou o botão soneca umas cinco vezes, jurando a si mesmo que no próximo alarme pularia da cama sem hesitar? Ledo engano…

Mentira 5: Tô chegando

Incluí essa daqui porque é uma das que mais me fazem penar até hoje. Quem é que nunca saiu correndo quando o namorado liga, dizendo que está chegando? A gente corre pra terminar a maquiagem, arrumar a bolsa, escovar o cabelo e fica plantada, quarenta minutos na sala, enquanto a fome chega, o cabelo murcha, a roupa amassa e a paciência esgota. E não, ele não está chegando coisa nenhuma.

Mora em Ribeirão Preto, gosta de ler desde sempre. Apaixonada por café, por um bom vinho e por histórias que aquecem o coração.

[Daily Post] Guia Básico de Sobrevivência

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A ideia de hoje do Daily Post do WordPress é escrever sobre o que precisamos para manter o equilíbrio. Pensei um pouco no que me faz bem, nas coisas que me trazem a sensação de tranquilidade e segurança e identifiquei atividades que estão presentes no meu dia-a-dia e que, de uma certa forma, compõem uma rotina básica. Como eu gosto bastante de rotinas e de processos, isso não é nada ruim.

Conviver comigo não é uma tarefa fácil. Normalmente eu acordo de mau humor. Diferentemente de uma conhecida que atribui a um milagre o fato de, depois de um retiro espiritual, ter parado de se sentir desta forma quando despertava, todos os dias, eu não consegui me livrar disso ainda. Pode ser que um dia o mesmo milagre aconteça comigo. Ou pode ser que as pessoas tenham que simplesmente se adaptar ao meu jeito, assim como eu me adapto ao jeito de tanta gente, ao longo de tantas horas no dia.

Por isso, há aquilo que eu preciso fazer todas as manhãs para que meu dia efetivamente comece e que eu me sinta preenchida. Meu guia básico de sobrevivência. O primeiro item dessa lista é, claro, o café. Gosto de acordar e, depois de me arrumar e deixar tudo pronto para o trabalho, tomar uma xícara de café pra começar o meu dia. Claro que nem sempre dá pra fazer isso, mas eu procuro respeitar esse momento, porque eu não sou uma pessoa que rende muito no período da manhã. Aos finais de semana também observo essa parte do meu ritual de despertar, enquanto tranquilamente penso na vida e nos planos para o tempo de folga.

A leitura, obviamente, é um hábito diário e uma forma que eu encontro de descansar a mente de problemas, de pensar em histórias que não são minhas e conseguir entender boa parte dos meus problemas sem pensar diretamente sobre eles. Com exceção dos dias em que eu não quero ler (dias raros, mas que existem), eu normalmente separo um tempo para alguma história e considero esses momentos essenciais para a manutenção de um nível mínimo de sanidade.

Adoro minha rotina. Gosto de saber que o planejamento que fiz está seguindo um fluxo mínimo e me incomodo bastante quando não consigo ter controle sobre algumas coisas que interferem diretamente na capacidade de realizar o que eu havia pensado para um determinado dia. Claro que não faço uma programação fechada, mas gosto de acordar e saber como vai ser o roteiro básico a seguir. Só que muitas vezes, ou eu não consigo cumprir por força de alguma intervenção externa, ou então, alguma perturbação interna – e essas são as que me deixam mais irritada: sono em excesso, episódios de depressão e crises de fibromialgia.

São estas coisas simples que me trazem a sensação de preenchimento que preciso. Não ando exigindo comidas caras, passeios em lugares exuberantes nem penso mais em juntar a maior quantidade de dinheiro possível, para ter segurança. O que eu quero, hoje, é a simplicidade do cotidiano.

Mora em Ribeirão Preto, gosta de ler desde sempre. Apaixonada por café, por um bom vinho e por histórias que aquecem o coração.

4 Coisas Que Encontraria em Meu Quarto de Infância

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Outro dia estava vendo aqueles posts nostálgicos sobre brinquedos das décadas de 80 e 90 e me identifiquei com diversos itens que foram mostrados. Mas, como eu nunca fui muito de ter aquilo que todo mundo tinha, nem de gostar do que todo mundo gostava, na infância, eu senti falta de algumas coisas que eu tinha no meu quarto e gostava muito, mas que nenhum destes posts mencionou.

Por isso, resolvi escrever sobre alguns itens que eu tinha no meu quarto, quando era criança e que pode ser que você também conheça. Quem sabe eu e você não descobrimos que não estávamos tão sozinhos em nossos gostos assim?

Pois bem, vamos lá.

O que você encontraria em meu quarto de infância?

Cozinha Bandeirantes Bankuka

cozinha bankuka quarto infância

Eu não tinha todos os itens da cozinha, só o fogão, a pia e a lava louças. Mas já era o suficiente pra fazer a festa. Além dos móveis, eu tinha vários itens de alimentação, uma verdadeira compra de mercado em miniatura. Eu adorava brincar com isso e me lembro até hoje dessa cozinha.

Boneca Quem me Quer

boneca quem me quer quarto infância

Não sei precisar exatamente o período em que eu brincava com essa boneca. Só me lembro que ela me acompanhou por bastante tempo e eu quase morri quando pensei que tinha perdido. Na verdade, eu esqueci na mesa do zelador do prédio quando fomos conhecer um apartamento pra alugar, mas na metade do quarteirão, lembrei e voltei correndo pra buscar.

Coleção de Livros Monteiro Lobato

sitio do picapau amarelo quarto infância

Acho que eram 16 livros, com toda a história da turma do Sítio do Picapau Amarelo. Os livros tem capa dura, são ilustrados e em tamanho grande. Era meio incômodo pra segurar, mas mesmo assim, eu li todos os livros, mais de uma vez. Tanto que alguns deles estão com as lombadas coladas com fita. Acredito que estes livros ainda estejam na casa da minha mãe.

Coleção Livros e Fitas coloridos Disney

livros coloridos disney quarto infância

Eram historinhas dos personagens da Disney. Eu não me lembro de ter todos da coleção, mas tinha vários, e ouvia até quase decorar as falas, principalmente da história do Ursinho Puff (nada de Pooh, não. Era Puff mesmo).

Com exceção dos livros do Monteiro Lobato, que eu sei que ainda estão com a minha mãe, os outros brinquedos todos foram doados, perdidos, sei lá… Só sei que eu tenho ótimas lembranças de cada um deles. Não desgrudava de nenhum deles e sempre voltava, mesmo que ganhasse alguma coisa nova.

E você, tem alguma coisa que você vincula ao seu quarto da infância? Me conta aí nos comentários!!

Mora em Ribeirão Preto, gosta de ler desde sempre. Apaixonada por café, por um bom vinho e por histórias que aquecem o coração.

Cinco Escritores que Eu Convidaria para um Café

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Eu tenho alguns amigos escritores e já conheci alguns outros autores pessoalmente. É muito bom poder conversar com eles e compartilhar o que penso sobre as suas obras ou falar sobre qualquer assunto. A experiência de conhecer alguém que escreveu histórias e personagens por quem nos apaixonamos é maravilhosa. É como conhecer os bastidores de um set de filmagem, como ler a biografia enquanto ela é escrita.

Com os autores nacionais isto tem acontecido com uma certa frequência, por tudo que falei. Mas ainda tenho aquele sonho distante de conhecer os escritores estrangeiros que deram vida a personagens que mexeram bastante comigo. Se eu pudesse, os convidaria para vir tomar um café aqui em casa e, ao redor da mesa, conversaríamos sobre tudo que sempre tive vontade de perguntar.

Ainda não sei se os convidaria para vir todos no mesmo dia – apesar de a ideia parecer tentadora e uma experiência incrível misturar essas pessoas tão diferentes em um só lugar. Mas caso eu os chamasse individualmente para o café da tarde, com certeza teria muitas perguntas a fazer.

Sylvain Reynard

Para ele, ou ela (cujo mistério eu finalmente desvendaria!), perguntaria o que o faz tão vinculado às cidades italianas em suas obras. E de onde tira sua inspiração para escrever de forma tão bela sobre personagens que já foram largamente explorados em outras obras, de forma a torná-los ainda mais especiais e ainda melhores do que os que vieram antes.

John Green

Eu o perguntaria de onde tira tanta energia para ser escritor, vlogger, acompanhar os sets de filmagens de todos as adaptações de seus livros. E, claro, insistiria para que ele escrevesse mais livros. Estou com saudades da forma simples com a qual ele aborda certos temas e do toque de humor que dá a assuntos muito delicados.

Jostein Gaarder

Adoraria conhecer a mente brilhante que escreveu sobre filosofia e mundos imaginários com tanta maestria. Não faria perguntas, apenas ouviria o que ele tem a dizer sobre a vida, os seres humanos e o que ele quisesse falar.

Marian Keyes

Eu me sentaria com ela à mesa e falaríamos de forma irônica e ácida sobre as desgraças que nos assolam, assim como ela faz em seus livros e assim como eu penso em 90% das horas do dia. Acho que não veríamos o tempo passar e acabaríamos com meu estoque de café.

Carlos Ruiz Zafón

Perguntaria sobre o que o faz escrever e como ele consegue montar tramas tão complexas e obscuras, cheias de beleza e mistério. Gostaria muito de aprender com ele como escrever de forma tão minuciosa e o deixaria falar livremente sobre seu processo criativo.

E se fosse você? Quem seriam seus escolhidos para tomar um café da tarde na sua casa? Me conta aí nos comentários.

Mora em Ribeirão Preto, gosta de ler desde sempre. Apaixonada por café, por um bom vinho e por histórias que aquecem o coração.